Será que amanhã iremos inovar?
Todos nós sabemos que o nosso mundo está em constante mudança e alternância. Nós, como cidadãos, deveríamos ter a iniciativa e o espírito de inovação e evoluçã o para criarmos um sítio ainda melhor de se viver num futuro. Não é possível determinarmos que idade tem a nossa “casa” mas sei que independentemente da sua idade, nós temos o dever de preservá-la para os próximos que virão. Estamos aqui, p or uma mera passagem, e deveríamos dar valor ao pouco tempo que estamos cá, era suposto (ou não) termos uma vontade estrondosa de querer melhorar o mundo, de querer ajudar as pessoas, de querer criar um ambiente favorável e saudável a todos. O problema é, somos muitos, e nem todos pensam da mesma maneira , cabe-nos compreender e apaziguar as relações entre todos. Com o avanço tecnológico, o quotidiano das pessoas foi-se adaptando às novas tendências, deixamos de dar importâncias as simples coisas do dia. Afirmo, sem qualquer problema, que me dá uma angústia quando paro por um minuto do dia para ver bem o que passa à minha volta, e vejo pessoas desmotivadas “presas” aos seus telemóveis . Então é mesmo verdade ? A pessoa que está ao teu lado é menos interessante do que a fotografia que estás a publicar no Instagram ou o novo jogo que não te sai da cabeça e está s ansioso por chegar a casa e experimenta r. Não esta mos a valorizar o bom da vida, confraternização. Antigamente as crianças brincavam com o que havia, a exemplo disso, entreti nh am-se a brincar ao pi ão ou até mesmo, a jogar às pedrinhas. O jogo do telefone é um exemplo perfeito de como a informação altera-se após passar por diversas pessoas. O jogo do telefone consiste n uma frase que é transmitida entre um grupo de amigos por uma ordem sequencial, o último a ouvir a frase tem de dizer em voz alta, e o resultado? A frase final nunca é igual à original, dita pela primeira pessoa. As informações trocadas entre pessoas, normalmente, nunca são verídicas. Uma vez que nós, seres humanos, somos caracterizados por sermos os únicos com capacidade de raciocinar e articular palavras , t emos a competência de criar diálogos en tre nós, o que nos ( e) leva a um patamar superior. Ao podermos comunicar, podemos trocar informação, e a partir desse ponto temos de tomar atenção a o que é verdadeiro e ao que é falso. Ou seja, uma coisa é informação e outra coisa é o conhecimento. Como por exemplo, ao vermos o noticiário dão destaque a um determinado assalto que ocorreu na União Europeia, nós estamos aptos a receber informação de inúmeros canais de comunicação, logo não temos qualquer conhecimento fidedigno que nos confirme a veracidade de tal argumento. Quem nos garante que tal canal de comunicação está a dizer a verdade ? Hoje em dia há pois uma maior dispersão do conteúdo informacional. As pessoas estão constantemente a ser informadas sobre o que passa no mundo a qualquer momento sobre os mais diversos assuntos, isto é, através dos meios de comunicação como a rádio, a televisão, entre outros. Houve um grande avanço tecnológico, pois se fizermos uma análise geral, 2015 foi o ano em que as pessoas passaram mais tempo nos seus telemóveis do que nos seus computadores, dando destaque também as novas formas de pagamento, em pouco espaço de tempo, não haverá dinheiro físico só virtual. Acredito num futuro promissivo para este mundo, se houver mais pessoas confiantes, determinadas, compreensivas e futuristas. Ou seja, se realmente houver mais pessoas ambiciosas com o bem dos outros, nós iremos dar continu idade a este “show tecnológico”. Apelo à mudança de mentalidades para um desenvolvimento integral e harmonioso da sociedade humana.
Ana Margarida Sousa, 52933


