Sede de Likes
Desde que as redes sociais começaram a ficar virais, uma sede de likes assombrou aqueles que querem reconhecimento dos outros e que não o conseguem de outra maneira, se não através do Facebook, Twitter, Tumblr, entre outros.
Esta sede de likes e partilhas levaram muitos a perderem as suas vidas sociais, a se isolarem, ou, então, deram origem a publicações com conteúdos minimamente chocantes, com o único objetivo de trazer mais e mais popularidade e atenção a estes usuários, sendo esta positiva ou negativa.
Gonçalo Carter, adolescente português, publicou um vídeo onde maltratava o seu cão de estimação e onde ameaçou atirá-lo pela janela caso não tivesse certa quantidade de likes/comentários/partilhas.
Khloe, outra adolescente de 17 anos, americana, e participante do programa Dr.Phil, diz ser viciada nas redes sociais. Segundo a mesma, diz que não consegue viver sem o telemóvel, tem ataques de pânico, e que não consegue estabelecer relações de proximidade com ninguém. Como possíveis causas, argumenta que a sua baixa auto estima foi um dos principais factores.
Casos destes, problemas do século XXI e do primeiro mundo afetam muitas mais pessoas, adolescentes ou não, e a nível global. O que fazer para que a próxima geração não tenha que passar por tais situações tão isoladoras e perturbadoras como estas?
Carolina Araújo, nº54774
Esta sede de likes e partilhas levaram muitos a perderem as suas vidas sociais, a se isolarem, ou, então, deram origem a publicações com conteúdos minimamente chocantes, com o único objetivo de trazer mais e mais popularidade e atenção a estes usuários, sendo esta positiva ou negativa.
Gonçalo Carter, adolescente português, publicou um vídeo onde maltratava o seu cão de estimação e onde ameaçou atirá-lo pela janela caso não tivesse certa quantidade de likes/comentários/partilhas.
Khloe, outra adolescente de 17 anos, americana, e participante do programa Dr.Phil, diz ser viciada nas redes sociais. Segundo a mesma, diz que não consegue viver sem o telemóvel, tem ataques de pânico, e que não consegue estabelecer relações de proximidade com ninguém. Como possíveis causas, argumenta que a sua baixa auto estima foi um dos principais factores.
Casos destes, problemas do século XXI e do primeiro mundo afetam muitas mais pessoas, adolescentes ou não, e a nível global. O que fazer para que a próxima geração não tenha que passar por tais situações tão isoladoras e perturbadoras como estas?
Carolina Araújo, nº54774


