O que são ciber armas?
As ciber armas, são programas informáticos concebidos essencialmente para
espiar países ou organizações específicas incluídas na orgânica de um país.
Exemplos disso são os programas de malware; Duqu, Stuxnet ou o mais
recente Flame.
Este tipo de aplicações enquadra-se num projeto mais global de guerra
eletrónica que decorre nos escuros corredores da Web, este tipo de guerra
está a afetar sobremaneira os países, a geopolítica e a economia mundial,
sendo que ainda não se percebeu completamente o real alcance e implicações
deste tipo de guerra.
Implicações para o utilizador comum
Esta nova maneira de fazer a guerra, traz ao utilizador comum acrescidas
preocupações. Desde logo as quebras de serviços que podem trazer, portais
Web fora de serviço, bancos e instituições governamentais, redes de
abastecimento de água, redes elétricas ou outros serviços que estejam
interdependentes da utilização de serviços informáticos. Surgem também
algumas questões ao nível da proteção de dados, uma vez que as redes dos
países podem ser penetradas e os dados dos seus cidadãos roubados, nunca
se sabendo onde e a quem esses dados posteriormente poderão ser
entregues.
Quem faz o quê?
Atualmente muitos países já dispõem de unidades militares especializadas em
guerra eletrónica, estas unidades de ciberguerra atuam ao nível quer da
ofensiva quer da contra espionagem tentando mitigar e descobrir eventuais
brechas nos sistemas do próprio país. No caso da ofensiva, estas unidades
destacam-se pela espionagem, sabotagem e roubo efetivo de informações em
países com os quais se encontrem em conflito de interesses ou mesmo em
países amigos. Existe também ao nível da contrainteligência muito trabalho
efetuado de combate ao terrorismo internacional e a outras organizações
criminosas.
Joel Oliveira
50621
espiar países ou organizações específicas incluídas na orgânica de um país.
Exemplos disso são os programas de malware; Duqu, Stuxnet ou o mais
recente Flame.
Este tipo de aplicações enquadra-se num projeto mais global de guerra
eletrónica que decorre nos escuros corredores da Web, este tipo de guerra
está a afetar sobremaneira os países, a geopolítica e a economia mundial,
sendo que ainda não se percebeu completamente o real alcance e implicações
deste tipo de guerra.
Implicações para o utilizador comum
Esta nova maneira de fazer a guerra, traz ao utilizador comum acrescidas
preocupações. Desde logo as quebras de serviços que podem trazer, portais
Web fora de serviço, bancos e instituições governamentais, redes de
abastecimento de água, redes elétricas ou outros serviços que estejam
interdependentes da utilização de serviços informáticos. Surgem também
algumas questões ao nível da proteção de dados, uma vez que as redes dos
países podem ser penetradas e os dados dos seus cidadãos roubados, nunca
se sabendo onde e a quem esses dados posteriormente poderão ser
entregues.
Quem faz o quê?
Atualmente muitos países já dispõem de unidades militares especializadas em
guerra eletrónica, estas unidades de ciberguerra atuam ao nível quer da
ofensiva quer da contra espionagem tentando mitigar e descobrir eventuais
brechas nos sistemas do próprio país. No caso da ofensiva, estas unidades
destacam-se pela espionagem, sabotagem e roubo efetivo de informações em
países com os quais se encontrem em conflito de interesses ou mesmo em
países amigos. Existe também ao nível da contrainteligência muito trabalho
efetuado de combate ao terrorismo internacional e a outras organizações
criminosas.
Joel Oliveira
50621


