O papel das "fake news" no crescimento do movimento negacionista do Covid-19

As redes sociais como o Facebook, Instagram, Twitter tornaram-se campo de propagação de informação nos últimos anos. Um auxílio ou alternativa a meios de comunicação mais tradicionais. À exceção dos orgãos de comunicação presentes na sociedade e sob a análise de entidades reguladoras, estas redes operam sob uma maior flexibilidade de ação e de acesso, portanto são de difícil controlo. No contexto pandémico que vivemos, acabamos por assistir à difusão de milhares de notícias que ora apontavam o dedo a determinadas nações/governos sobre a origem do vírus e sua ocultação, como também renegavam a própria existência da doença. O espectro tão grande opiniões e posições que acabou por constituir parte integral da instabilidade que vivemos. Ao negarmos um vírus reconhecido por estados democráticos ao redor do globo, corremos o risco de ter comportamentos que segundo uns são transgressores da lei constitucional e moral, e que por outros são considerados como contrários a uma diminuição de liberdades pessoais instaurada globalmente.



As fake news são perigosas no que toca a não conseguirmos perceber que mudanças tumultuosas poderão causar na sociedade e nas relações humanas?



 



Qual a vossa opinião, caros colegas, acerca da influência das mesmas no meio que estamos inseridos e no contexto em que estamos colocados?



 



Artur Raposo | 57447

publicado por - fcar - às 20:14 | comentar | favorito