O dia-a-dia de um jovem no século XXI



Carlos (nome ficticio) acorda de madrugada com o som do despertador no ouvido dizendo: «Acorda Acorda Acorda», sem parar até que este lhe toque. Levanta-se da cama, e liga o telémovel, para averiguar se recebeu alguma mensagem ou chamada que lhe tenha escapado da noite anterior. Em seguida, liga o televisor e vê o noticiário para estar ocorrente das notícias. Dirige-se para a cozinha. Abre o frigorífico, tira um pacote de leite, põe numa caneca e leva-a ao microondas. Depois de comer e de se ter vestido dirige-se para a escola. Como nessa manhã tinha Informática, Carlos põe-se à frente do computador a fazer o que lhe era pedido. À hora do almoço vai para a cantina da sua escola, passa o cartão de aluno na máquina, e já com a bandeja de comida na mão senta-se em frente de um televisor e assiste ao telejornal para atualizar uma situação de coisas que ficaram pendentes no noticiário da manhã. Como de tarde não tem aulas vai para casa e fica no computador, com um olho no trabalho que tem de fazer e com outro no novo jogo que acabou de adquirir, até à hora do jantar. Quando vai para a cama reprograma o despertador, verifica o telémovel e vai dormir pensando no dia que tivera. 

Ora, se o passado tivesse conhecimento da tecnologia existente hoje em dia, consideraria esta, uma ilusão de um demente. A forma de acordar, de comunicar e de adquirir conhecimentos é totalmente diferente  d do antigamente. Os computadores  cada vez mais inteligentes (ou seremos nós, criadores da máquina?), a existência de uma maior oferta de programas televisivos, e o aparecimento dos telémoveis inteligentes, os chamados de “smartphones” com dezenas de aplicações fazem-me questionar que mais equipamentos ou ideias poderão surgir para inovar o que já foi inventado. (Até existem equipamentos para ler: por exemplo o Kiddle). E vocês? Imaginavam um mundo sem a tecnologia que possuem na mão?

 

publicado por - fcar - às 01:01 | comentar | favorito