Olá Joana. Tema interessante. Desconhecia totalmente esta fobia, nunca tinha ouvido falar. Sinto que hoje em dia com a facilidade que se tem, as tecnologias e principalmente os ecrãs são a ferramenta ideal para se puder realizar tudo, desde aulas a trabalhos sólidos via internet até do outro lado do mundo! Assim, infelizmente, não me admira que cada vez mais as tecnologias sejam o braço direito do ser humano. Porém, é importante reconhecer quando devemos parar e apreciar o mundo real, o trabalho real, as letras em papel e as pessoas à nossa volta. Sinto que, em relação a essa fobia já senti também alguns sintomas como a sensação de vibração do telemóvel, mas penso que esse pressentimento será também devido à "ansiedade" constante que se tem à espera que a pessoa do outro lado responda.
Concluo o meu comentário afirmando que, temos de aproveitar "o melhor dos dois mundos", o digital e o real.
Beatriz Morais (a68255)
Beatriz Morais a 28 de Abril de 2021 às 19:14
Bom tema. Já sabia do nome dado à dependência das novas tecnologias. Nomofobia. Temo que poucos de nós, os que vivemos num Mundo mais civilizado, sejamos em grande maioria nomofóbicos. Como tudo na vida tem prós e contas. Todo o facilitismo que temos, é eficiente e muito cómodo mas... como sempre vamos pagar caro... E quando digo pagar caro é caro mesmo. A nossa saúde, física e mental, está a "descambar" em moldes irreversíveis a cada dia que passa e não apenas os adultos. A gravidade é de maior importância nas crianças.
A mobilidade, a visão, a audição, a não socialização familiar. Hoje, as famílias não conversam. As crianças nem sujam as roupas que vestem no seu dia a dia, de terra (que bom que era), cada um está no seu Mundo. Outra agravante é a percentagem de "quase" corcundas" que vai aumentar sem darmos por isso. Nada tem a ver com a idade, tem a ver com o modo como se fala ao telemóvel nas ruas e não só, com a má postura nos computadores e tanto mais que poderia citar mas, penso que já abusei demais, de uma página que não é minha.
Que fazer ? Pois, sendo "nomofóbica" por questões profissionais ou pessoais... não sei que responder.
Tentem no mínimo, moderar, corrigir, não abusar e sejam felizes !!
Anónimo a 28 de Abril de 2021 às 19:28
Já me tinha apercebido em algumas circunstâncias desta sensação, mas desconhecia por completo que revertia para o nome de uma fobia. Confesso que quando li o título do post pensei que este nome poderia reverter para tudo e mais alguma coisa, menos o medo de estarmos sem aparelhos tecnológicos. Mas é interessante perceber o nível de dependência tecnológica a que chegámos, enquanto sociedade, ao ponto de existir efetivamente um distúrbio que afeta as pessoas que já não conseguem sobreviver no seu dia-a-dia sem o telemóvel por perto. No fundo, apesar de não me rever completamente na definição desta fobia, acho que todos temos um pouco dela presente dentro de nós, nem que seja uma ínfima percentagem.
Inês Saleiro (a68249)
Inês Saleiro a 1 de Maio de 2021 às 18:23
Saber que existe quem sofra deste problema social, não fazia a menor ideia que havia um nome científico que lhe desse vida, embora já fosse previsivel e faça todo o sentido haver um nome pelo qual chamar esta fobia, uma vez que cada vez se torna mais frequente.
Sinto que numa fase mais precoce da minha adolescência aderia mais à dependência dos aparelhos tecnológicos, o que, consequentemente, tornava o medo de não ter o telemóve presente mais aagudo, contudo, nos dias de hoje, sinto que muitas vezes o olhar constantemente para o telemóvel tem que ver com a falta de "distração" que existe, como estar no sofá sem fazer nada e esperar que alguma coisa mais interessante apareça do outro lado do ecrã.
É preocupante saber que este conceito se aplica mais e mais na atividade social da sociedade, jovem principalmente.
Esperemos que o mundo dê uma reviravolta e que tudo comece a melhorar.
Raquel Rebelo, a68273.
Raquel Rebelo a 4 de Maio de 2021 às 11:08
Já me era conhecido este tipo de distúrbio porém desconhecia a sua denominação por completo, e é interessante perceber até que ponto o avanço das tecnologias nos levou, enquanto sociedade.
É um facto que o medo de ficar sem um dispositivo móvel, ou outros aparelhos tecnológicos, está em ascensão, chegando mesmo ao extremo de um número crescente de jovens agora tomar banho com o telemóvel.
Esta dependência pode ser prejudicial para a saúde, uma vez que o uso excessivo do telemóvel pode causar insónias, e a muitos, não ter o telefone por perto pode aumentar a ansiedade.
É muito importante ter consciência e lutar contra a sujeição a qualquer vício que comece a ditar o nosso comportamento. Isso inclui tecnologia. Eu reconheço que telefones, tablets, computadores e outras tecnologias introduzidas no futuro nos facilitarão a vida e nos permitirão trabalhar com mais eficiência, no entanto, devemos ter em mente que a tecnologia deve ser uma aliada e não algo prejudicial.
Andreia Góis nº 68279
Andreia Góis a 21 de Maio de 2021 às 01:13
Não sabia que já existia um nome específico para esta fobia e nem sabia que era classificada como fobia, mas acho realmente assustador, porque já senti várias vezes o telemóvel a "vibrar" e afinal não era nada. Também já senti falta do telemóvel, nem que fosse apenas o tempo de ir despejar o lixo à rua de baixo...
Desde que comecei a notar nestes pequenos indicadores, tenho tentado fazer um esforço para combater esta fobia, tento passar mais tempo sem o telemóvel. As coisas boas da vida não se encontram online e acho que cada vez mais devemos dar importância ao real e menos ao virtual. Senão, como será esta sociedade daqui a uns anos?
Marta Beja da Costa a 21 de Maio de 2021 às 16:43
Apesar de saber que as tecnologias poderiam tornar-se um vício tal como as drogas, ou os jogos de casino, desconhecia que já existia uma fobia relacionada à tecnologia e que teria nome.
É interessante aprender sempre algo quando se lê estes textos, e de facto é ainda mais interessante perceber o nível de dependência tecnológica a que o ser humano chegou, ao ponto de existir um distúrbio que afeta as pessoas que já não conseguem sobreviver sem o telemóvel por perto, no fundo acredito que cada um de nós já sente um bocadinho disso.
Jéssica Mestre (a68277)
Jéssica Mestre a 22 de Maio de 2021 às 15:42
O post fez-me lembrar um síndrome que tinha lido sobre alguns dias atrás.
Foi denominado em inglês de "Phantom vibration syndrome", e este essencialmente consiste numa sensação completamente psicológica que o telemóvel dela está a tocar / vibrar. Este pode acontecer em qualquer momento, até mesmo quando o individuo tem consciência que não tem o telemóvel na sua pessoa naquele momento.
Realmente põe-nos a pensar se a nossa relação com a tecnologia está a passar dos limites e a tornar-se uma dependência.
Daniel Jacinto a68263 a 26 de Maio de 2021 às 20:09