Google e a cedência de informação
No passado dia 13 de outubro de 2016, esteve presente no Diário de Notícias (DN) um artigo relacionado com a Google (DN, 2016).
Ao que aparenta segundo o DN, este ano a grande empresa Google forneceu alguma da informação solicitada, mais especificamente a cerca de 64% dos pedidos feitos este ano. Foram solicitações realizadas por vários governos, e estas atingiram um recorde no que diz respeito ao semestre que teve o seu final em junho. (DN, 2016)
Os pedidos oficiais respeitaram a 76.713 contas de utilizadores no último período, uma diminuição face às 81.311 visadas no segundo semestre de 2015. (DN, 2016)
O número de pedidos ao Google tem aumentado gradualmente desde que a empresa em 2011 começou a divulgar informações sobre transparência. (DN, 2016)
Apesar de ser disponibilizada a informação pedida pelos governos através da Google, a empresa continua a afirmar que protege a privacidade do utilizador quando coadjuva com pedidos de caracter legal realizados por agencias oficiais. (DN, 2016)
O diretor do departamento jurídico da Google, Richard Salgado, afirma em mensagem colocada em blog, que apenas é fornecida a informação depois de membros da empresa a analisarem, e que apenas a informação pertinente para as autoridades e que se encontre dentro das dimensão e da autoridade do requisitante. (DN, 2016)
Estados Unidos, França, Alemanha, India e Reino Unido estão à frente dos maiores números de solicitações. (DN, 2016)
Outros governos solicitaram informações sobre os clientes da Google como é exemplo Argélia, Bielorrússia, Ilhas Caimão, El Salvador, Fidji e Arábia Saudita, mas todos estes pedidos foram rejeitados segundo a empresa. (DN, 2016)
Se de facto pensarmos sobre este assunto, estará de qualquer forma correta a divulgação de informações sobre os clientes? Quer isto dizer que a internet não é o melhor local para de facto arquivarmos as nossas coisas? Bem, se formos criminosos certamente que não, e a privacidade é algo que revogamos no momento em que colocamos algo na internet. Porque se pensarmos bem, a privacidade é algo impossível na rede. Existem nos dias de hoje vários programas/aplicações que nos permitem arquivar ficheiros, são exemplo a Google Drive, Evernote, Cloud, OneDrive, Dropbox e ainda outras para arquivar fotos como por exemplo o Google Fotos. No entanto quando descarregamos para lá ficheiros será que eles (mesmo sendo ficheiro inofensivos e dentro da lei) ficam seguros, ou será que alguém por ventura pode ter acesso a eles mesmo dentro da empresa? A verdade é que não sou fã de ler os termos e condições, e que de certo que está tudo lá explicado tin tin por tin tin. Não sou fã também de colocar todas as minhas coisas pessoais nessas aplicações que referi, mas na realidade acabei por lhes aderir, não só devido à limitação de espaço do meu smartphone, mas também porque tenho a vantagem de conseguir aceder aos meus ficheiros e fotografias quer no pc, no tablet ou no telemóvel.
Como desfecho, acabamos sempre por ceder aos avanços das tecnologias.
a54648 Sara Batista
Ao que aparenta segundo o DN, este ano a grande empresa Google forneceu alguma da informação solicitada, mais especificamente a cerca de 64% dos pedidos feitos este ano. Foram solicitações realizadas por vários governos, e estas atingiram um recorde no que diz respeito ao semestre que teve o seu final em junho. (DN, 2016)
Os pedidos oficiais respeitaram a 76.713 contas de utilizadores no último período, uma diminuição face às 81.311 visadas no segundo semestre de 2015. (DN, 2016)
O número de pedidos ao Google tem aumentado gradualmente desde que a empresa em 2011 começou a divulgar informações sobre transparência. (DN, 2016)
Apesar de ser disponibilizada a informação pedida pelos governos através da Google, a empresa continua a afirmar que protege a privacidade do utilizador quando coadjuva com pedidos de caracter legal realizados por agencias oficiais. (DN, 2016)
O diretor do departamento jurídico da Google, Richard Salgado, afirma em mensagem colocada em blog, que apenas é fornecida a informação depois de membros da empresa a analisarem, e que apenas a informação pertinente para as autoridades e que se encontre dentro das dimensão e da autoridade do requisitante. (DN, 2016)
Estados Unidos, França, Alemanha, India e Reino Unido estão à frente dos maiores números de solicitações. (DN, 2016)
Outros governos solicitaram informações sobre os clientes da Google como é exemplo Argélia, Bielorrússia, Ilhas Caimão, El Salvador, Fidji e Arábia Saudita, mas todos estes pedidos foram rejeitados segundo a empresa. (DN, 2016)
Se de facto pensarmos sobre este assunto, estará de qualquer forma correta a divulgação de informações sobre os clientes? Quer isto dizer que a internet não é o melhor local para de facto arquivarmos as nossas coisas? Bem, se formos criminosos certamente que não, e a privacidade é algo que revogamos no momento em que colocamos algo na internet. Porque se pensarmos bem, a privacidade é algo impossível na rede. Existem nos dias de hoje vários programas/aplicações que nos permitem arquivar ficheiros, são exemplo a Google Drive, Evernote, Cloud, OneDrive, Dropbox e ainda outras para arquivar fotos como por exemplo o Google Fotos. No entanto quando descarregamos para lá ficheiros será que eles (mesmo sendo ficheiro inofensivos e dentro da lei) ficam seguros, ou será que alguém por ventura pode ter acesso a eles mesmo dentro da empresa? A verdade é que não sou fã de ler os termos e condições, e que de certo que está tudo lá explicado tin tin por tin tin. Não sou fã também de colocar todas as minhas coisas pessoais nessas aplicações que referi, mas na realidade acabei por lhes aderir, não só devido à limitação de espaço do meu smartphone, mas também porque tenho a vantagem de conseguir aceder aos meus ficheiros e fotografias quer no pc, no tablet ou no telemóvel.
Como desfecho, acabamos sempre por ceder aos avanços das tecnologias.
a54648 Sara Batista


