E se...
E se…
E se a pandemia não tivesse aparecido?
E se eu me tivesse protegido mais?
E se as escolas não fechassem?
E se aproveitasse o dia com a minha família?
E se nunca mais voltar a ser o que era?
Tantos “e se” que se ouvem por aí, uns de escolha, outros de medo, mas praticamente nenhum de esperança. Na quinta feira, 11 de março, soou-se a “afinal até podemos conseguir, se formos aos poucos”.
O plano de desconfinamento trouxe, para alguns, uma lufada de ar fresco, podem acabar-se os “e se” mais rápido daquilo que pensamos. Esta pandemia, este terror que vivemos, uns mais que outros, acabou por nos ensinar que temos de aproveitar o pôr-do-sol até ao fim para depois vermos a lua e as estrelas brilharem.
Joana Candeias (a68275)


