Black Mirror

Um mundo macábro refletido numa série criada por alguém com uma “mente muito imaginária”. Ou será futurista?



A série de Charlie Brooker, atualmente da Netflix, “Black Mirror”, era originalmente uma série televisiva britânica da Channel 4, que surge em 2011. De género ficção científica, a criatividade do programa é muito característica de si mesmo, pois as produções do projeto são sinistras, únicas, principalmente por muito se aproximarem dos avanços tecnológicos da realidade.



Do que observei, mesmo que as histórias dos episódios sejam “possíveis de acontecer”, parecem-me pouco prováveis de surgir no mundo.



Porém, existem determinas execuções da série que são agoniantes, que espelham muito da perversidade que existe pelo mundo fora, oque poderia acontecer caso a tecnologia caísse nas mãos erradas. Por exemplo, vemos no episódio “Cala-te e dança”, da temporada 3, um portátil de um jovem apanha um vírus, e através deste começa a receber ameaças. Resumindo, a entidade ameaçadora acedeu à câmara do personagem, captou filmagens íntimas e usou-as para benefício próprio, levando a “vítima” a agir em prol das suas vontades. Este problema social e tecnológico afeta mais do que um jovem, e procura fazer justiça a crimes como a pornografia infantil.



Aconselho, a quem estiver interessado em saber o fim, ver o episódio e aproveitar para discutir comigo o que acham da história, bem como da série.



Ps: os episódios são individuais, pelo que é possível vê-los salteados e não há uma história contínua.



Raquel Rebelo, a68273



 

publicado por - fcar - às 16:04 | comentar | favorito