O surto dos "Pepinos Assassinos
A contaminação, supostamente dos pepinos espanhóis, que já fizeram cerca de
18 vítima mortais na Europa (e a maior parte na Alemanha), tem sido um dos
acontecimentos mais falados na agenda noticiosa por todo o mundo.
Apesar da análise aos pepinos e às pessoas que teriam sido contaminadas por
estes apresentar resultados negativos relativamente à contaminação destas
leguminosas, a Rússia e os Emirados Árabes Unidos não perderam tempo nem
tentaram evitar o pânico face a este novo surto, proibindo desta forma a
importação de vegetais para os seus países, especialmente de pepinos.
Segundo a OMS, este surte deve-se a uma nova estirpe da bactéria E-Coli, que
ao entrar em contacto com o corpo humano (algo que nunca tinha acontecido),
obtém um resultado violento como o que temos observado na última semana.
Desta forma, a produção de novas toxinas por esta bactéria não é um dado
novo, fazendo até parte do seu processo natural de sobrevivência contudo,
dada a falta de contacto com esta toxina, o corpo humano não dispõe ainda de
defesas para se proteger contra os seus efeitos.
Segundo a Bióloga Laura Brum, a única razão para a relação existente entre
esta toxina e uma possível origem nas saladas prende-se pelo facto que esta
não sobreviver nos alimentos cozinhados.
As investigações relativamente à origem desta nova toxina continuam e, por
isso, ainda não existe uma vacina que previna/trate os seus efeitos.
Andreia Matinhos
Nº39306
18 vítima mortais na Europa (e a maior parte na Alemanha), tem sido um dos
acontecimentos mais falados na agenda noticiosa por todo o mundo.
Apesar da análise aos pepinos e às pessoas que teriam sido contaminadas por
estes apresentar resultados negativos relativamente à contaminação destas
leguminosas, a Rússia e os Emirados Árabes Unidos não perderam tempo nem
tentaram evitar o pânico face a este novo surto, proibindo desta forma a
importação de vegetais para os seus países, especialmente de pepinos.
Segundo a OMS, este surte deve-se a uma nova estirpe da bactéria E-Coli, que
ao entrar em contacto com o corpo humano (algo que nunca tinha acontecido),
obtém um resultado violento como o que temos observado na última semana.
Desta forma, a produção de novas toxinas por esta bactéria não é um dado
novo, fazendo até parte do seu processo natural de sobrevivência contudo,
dada a falta de contacto com esta toxina, o corpo humano não dispõe ainda de
defesas para se proteger contra os seus efeitos.
Segundo a Bióloga Laura Brum, a única razão para a relação existente entre
esta toxina e uma possível origem nas saladas prende-se pelo facto que esta
não sobreviver nos alimentos cozinhados.
As investigações relativamente à origem desta nova toxina continuam e, por
isso, ainda não existe uma vacina que previna/trate os seus efeitos.
Andreia Matinhos
Nº39306


