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A cobertura mediática e a propagação de informação nas redes sociais acerca da pandemia Covid-19

 

Passado praticamente um ano do aparecimento de um novo tipo de vírus na China, ou seja, o corona vírus, o mundo parou e as populações  isolaram-se umas das outras. 

A verdade é que a vida social estagnou, e os tempos não são os melhores infelizmente. Até à data, encontramo-nos afetados por uma pandemia a nível mundial, também denominado como Covid-19. É preocupante, sem dúvida, e é por este motivo que parte de todos contribuir para atravessar esta pandemia da melhor forma possível, pois o momento exige tomar medidas e decisões rápidas e conscientes, seguindo as instruções da Direção Geral de Saúde. 

Foi assim decretado pelo Governo que todo o país se mantivesse em quarentena, uma vez que foi definido o estado de emergência, algo que não acontecia desde o 25 de Abril de 1974. Deste modo, é necessário levar toda esta situação com a maior seriedade possível, visto que  a cada dia o número de vítimas mortais e de infetados aumenta. 

Com efeito disto, é  oportuno falar sobre a cobertura mediática e a propagação de informação nas redes sociais acerca da pandemia Covid-19. Efetivamente, os media estão a ocupar um papel fulcral na cobertura do vírus, tendo-se dedicado bastante ao processo de difusão de informação, para que desta forma, todos os cidadãos possam ter o devido conhecimento sobre o que devem fazer e respetivamente como devem atuar nesta altura crucial. 

Uma vez que o país se encontra novamente em confinamento, e é necessário permanecer em casa, tem sido a televisão o principal meio para acompanhar os cidadãos nesta jornada. Realmente, o jornalismo televisivo tem-se dedicado bastante a manter as pessoas o mais informadas possível, disponibilizando diariamente dados atualizados sobre a propagação do vírus, bem como as medidas que devemos tomar. 

Todavia, ao mesmo tempo que se preocupam a gerir a informação sobre a situação da propagação do corona vírus, os media têm ainda que dedicar-se a combater as notícias falsas- fake news. De facto, nestes tempos de instabilidade social e emocional, espera-se um senso de responsabilidade por parte de quem tem como função informar o país  e o mundo sobre a situação atual. 

São várias as notícias falsas que são publicadas online, principalmente nas redes sociais, na medida em que é um meio de comunicação bastante transparente e sem filtros, onde qualquer pessoa pode publicar aquilo que quer, o que pode levar a que as pessoas fiquem ainda mais alarmadas. Deste modo, a procura pela verdade é bastante fundamental, e este compromisso, que é dos jornalistas, devia ser partilhado pelo resto dos cidadãos.

Desta forma, concluo assim referindo que efetivamente, a cobertura mediática apresenta um papel imprescindível durante esta altura da propagação do Covid-19. Contudo, desde os media aos jornalistas, bem como a responsabilidade dos outros, também cidadãos, todos temos que estar juntos, e protegermo-nos mutuamente para resolver esta pandemia. 

Uma pessoa pode afetar muitas mais, e é por este motivo que é necessário seguir todas as recomendações e medidas que nos são dadas. É assim fundamental ser responsável e solidário.

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publicado por - fcar - às 17:09 | comentar | favorito