Bem, apesar dos preços de alguns produtos culturais não estarem nada acessíveis não podemos fugir da ilegalidade de certos downloads. As editoras têm de sobreviver, especialmente em tempos de crise e as pessoas têm de saber que os cd's são o trabalho de toda uma equipa, seja de produção, de músicos ou do que for. Um trabalho que não pode ser gratuito sobre pena de deixarmos de ter acesso às coisas que todos gostamos de ver e ouvir.
Filipe Miguel D.S. Pardal , Nº 39313
Filipe Miguel D.S. Pardal a 29 de Novembro de 2010 às 11:44
Concordo que as editoras tenham que sobreviver, no entanto os comuns mortais consumidores também têm! Em tempos de crise, onde as «pobres» editoras não facilitam o acesso à cultura (os preços não são nada convidativos, convenhamos) o download ilegal (não esqueçamos que é gratuito) parece uma solução para a população...
Milton Lima a 2 de Dezembro de 2010 às 15:34
Continuo a não concordar. Não são as editoras que não facilitam o acesso à cultura. Apesar de ser um negócio monopolizado, sem elas o conceito de cultura transformava-se totalmente. Para o bem e para o mal.
Filipe Miguel D.S. Pardal a 2 de Dezembro de 2010 às 16:09
Continuo a não concordar. Não são as editoras que não facilitam o acesso à cultura. Apesar de ser um negócio monopolizado, sem elas o conceito de cultura transformava-se totalmente. Para o bem e para o mal.
Filipe Miguel D.S. Pardal , Nº 39313
Filipe Miguel D.S. Pardal a 2 de Dezembro de 2010 às 16:10
Os preços de certos produtos não são nada convidativos, como o Milton refere. Nunca deveríamos pagar dessa maneira a cultura mas, por outro lado, existem muitas pessoas que dependem dela e que merecem ter a "recompensa" pelo seu trabalho.
Encerrar o LimeWire é só apenas um curto passo para acabar com este crime (pirataria) dos nossos tempos. Se todos nós começássemos a dar menos importância a estes programas e comprássemos os produtos, talvez o preço destes baixasse. É uma tarefa muito difícil mas era da maneira que se acabava com este circulo vicioso.
Ana Narciso a 2 de Dezembro de 2010 às 18:56
Fecham um, abrem cinco. É impossível acabar com a pirataria na Internet, mas existem algumas formas de atenuar o tráfego. No meu caso, quando quero ouvir alguma música utilizo o Youtube, que por sua vez paga direitos de autor para podermos aceder aos conteúdos. Existem, também, alguns sites que permitem a visualização de filmes, excluíndo o download...
Rúben, n.º 36859 a 14 de Dezembro de 2010 às 11:08
Concordo com o Rubem, não é encerrando um programa que vão conseguir com a pirataria acabe. Cada vez vemos mais e mais, parece que quanto mais tentam banir mais ela aumenta. Uma facilidade para uns, um grande prejuizo para outros.
Ana Raquel Viegas a 19 de Dezembro de 2010 às 15:45
É muito difícil travar esta guerra que já parece eterna contra a pirataria, e a coisa nem se fica só pelas músicas. Videojogos, filmes e até séries sofrem do mesmo problema. Muitos alegam que a razão para piratearem são os baixos salários que impedem a compra do produto original, mas a verdade é que se vê por aí muita gente que saca tudo só porque é grátis. Pessoalmente gosto de ter os produtos originais, mas confesso que nem sempre é possível. E essa impossibilidade não diz respeito apenas a conteúdos recreativos, como os anteriormente descritos, mas mais a programas que precisamos de utilizar até na escola, sem que o software original seja distribuído. Torna-se difícil assim...
Ricardo Madeira da Silva nº 39325
Ricardo Madeira da Silva a 9 de Janeiro de 2011 às 21:54