30
Mai 18

A Música como forma de arte

A música. Música é uma forma de expressão e qualquer forma de expressão é Arte, logo, música é, por sinal, Arte. Este tipo de forma artística sobrepõe a existência de um diálogo entre o compositor e o ouvinte, diálogo esse que implica a existência de uma interpretação. Esta interpretação é subjetiva, isto é, aquilo que o compositor quer exteriorizar através da composição da música pode não ser corretamente interpretado pelo ouvinte, ou pode não ser, de todo, interpretado. Isto é aquilo a que se chama de Arte. A imensidão de significados que podem ser atribuídos a uma obra que compreende um significado distinto, ou não. A música é uma atividade que permite compartilhar emoções, pensamentos, ideias e sentimentos e, afinal de contas, é isso que o artista faz. Seja através da pintura, da escultura, da música ou da fotografia, o artista procura expressar-se, e a música é uma forma de expressão. A Arte resulta no envolvimento íntimo do ouvinte com a obra. É comum ouvirmos uma música e associarmos a algum acontecimento, conduzindo-nos a estados emocionais diferentes. A associação que fazemos entre a música que ouvimos e um momento pelo qual já passamos ou estamos a passar pode ser resultado daquilo que o próprio artista está a passar também. Sem sabermos, a música é uma linha que nos conecta. A música é capaz de nos levar a um mundo extremamente pessoal, mundo esse onde exteriorizamos as nossas emoções da forma mais correta que sabemos. Seja através de um riso ou sorriso, de lágrimas, a música é capaz de nos fazer manifestar as nossas emoções sem que esse seja o propósito da mesma e, afinal de contas, isso é o que a Arte faz.

Inês Martins Carriço | a57944
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Afinal de contas, porque é que vamos ao cinema?

Afinal de contas, porque é que vamos ao cinema? Acredito que hoje em dia ir ao cinema tornou-se mais numa vontade de saciar um desejo do que propriamente de ir ver um filme. Pelo menos falo por mim quando digo que quando vou, vou porque pelo simples clichê do “apetece-me”. Deixamos de ir ao cinema por ser o cinema em si, hoje em dia, ir ao cinema passou a ser uma desculpa para tudo aquilo que o mesmo envolve. O cheiro das pipocas acabadas de fazer, o entusiasmo de ver um filme num ecrã gigante, o facto de podermos levar quantas pessoas quisermos connosco. O sentimento que o cinema transmite é completamente diferente daquele que sentimos quando optamos por ver um filme em casa com alguém. Daí que, hoje em dia, uma ida ao cinema deixou de ter o intuito pressuposto, que é o de ver o filme, e passou a ter como propósito tudo aquilo que supostamente seriam interesses secundários.

Inês Martins Carriço | a57944
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A Música e o Cinema

Ao longo da História, várias formas de arte incorporaram a música, apresentando-a como uma forma de expressão. Foram vários os compositores que, a partir do seu poder de sugestão, procuraram, através da música, evocar ou representar elementos da Natureza. Há muito tempo que a música foi reconhecida como uma arte peculiar, uma vez que, pode provocar determinadas atitudes ou emoções em quem ouve, tornando-se uma ferramenta fundamental na tradição cultural e cinematográfica, emitindo a mensagem desejada. A música surge no contexto audiovisual com o propósito de provocar reações ou sentimentos nas pessoas, seja alegria, tristeza, tensão, desconforto ou ansiedade. Assim, verifica-se uma relação entre os sons e as imagens, tornando cada cena mais real e emotiva. Não existe um consenso acerca do melhor modo de interligar o cinema e a música. Enquanto alguns pesquisadores da área consideram que os sons devem apenas servir o seu objetivo final, precisando ou estando sujeitos às funcionalidades que lhes foram atribuídas, outros afirmam que a música ligada ao cinema é uma forma de expressão particular, que se rege por normas e princípios intrínsecos. João Alho, a57846
publicado por - fcar - às 08:46 | comentar | favorito

Pintura

​Pintura é a arte de pintar uma superfície, como papel, tela, paredes, etc. Esta diferencia-se do desenho pelo uso dos pigmentos líquidos e o uso constate da cor enquanto o desenho usa materiais principalmente secos e cores neutras. A Pintura é uma expressão artística que acompanha o ser humano desde sempre, como revelam as pinturas rupestres, feitas na pré-história, há milhões de anos. A pintura é considerada uma das expressões artísticas mais tradicionais e das mais importantes, muitas das obras de arte mais conhecidas no mundo são pinturas, como a Mona Lisa, de Leonardo Da Vinci. A análise de qualquer obra artística passa pela identificação do suporte e da técnica utilizada. Enquanto técnica, a pintura envolve um determinado meio de manifestação (a superfície onde ela será produzida) e um material para lidar com os pigmentos (os vários tipos de pincéis e tintas). O elemento fundamental da pintura é a cor. A relação entre as massas coloridas presentes em uma obra constitui sua estrutura fundamental, conduzindo o olhar do espectador e propondo-lhe diferentes sensações. A Pintura é uma forma de um artista se expressar, consoante a época em que se situe, desde a Pré-história à atualidade.
João Alho, a57846
publicado por - fcar - às 08:45 | comentar | favorito

Audiências

O jornalismo em Portugal enfrenta, atualmente, vários problemas que comprometem a nobreza desta profissão e põem em causa a ética e os valores morais que um bom jornalista, digno desse nome, deve possuir. A constante luta pelas audiências em televisão e grandes tiragens nos jornais, causada pela forte concorrência e aliada aos interesses económicos, faz com que, muitas vezes, seja dada maior importância e destaque a assuntos superficiais, pouco interessantes e de um carácter predominantemente sensacionalista, com o objetivo de prender a atenção do público a todo o custo. Consequentemente, isto leva o jornalista a alterar os seus valores jornalísticos, procurando que o seu trabalho seja mais rentável, não dando tanta importância ao conteúdo e ao rigor da informação transmitida ao público, mas sim à quantidade de pessoas a que chega e consegue captar. Existe um código deontológico através do qual os jornalistas portugueses se devem reger, no qual constam os deveres destes profissionais e os valores que devem possuir. Estes passam, entre outras, por normas como o rigor e veracidade dos factos relatados, o combate à censura e ao sensacionalismo, a condenação de atitudes como acusações sem provas e o plágio, assim como, deve ter em atenção a privacidade das suas fontes, em certos casos, não revelando a sua identidade.

João Palma
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30
Mai 18

Eutanásia: Negado o Direito à morte digna em Portugal

Desde pequena que oiço dizer que é mais fácil dizer do que fazer. É fácil gritar liberdade até rasgar os pulmões. É fácil dizer que a temos e que a queremos. É fácil dizer que precisamos dela e que a mesma nos é indispensável e que ainda é um direito do Homem. A liberdade de querer, de ser e de poder. Hipoteticamente, temos estas e mais um número gigante de outros tipos de liberdade. Porém a questão que se coloca é: Até que ponto é que Portugal tem liberdade de escolha na medida em que hoje, em pleno século XXI, foi negada mais uma vez a legalidade da Eutanásia? Onde está a liberdade de escolha dos cidadãos portugueses? Com que direito continuamos a prolongar o sofrimento desnecessário e a retirar a liberdade de escolha a quem já nada ou pouco pode fazer por si? Onde está a dignidade humana de que tanto gostam de falar, que tanto acham importante e essencial ao Homem? Ter uma morte digna é algo que está neste momento a ser negado a todos nós. Qual será a melhor opção na pior das hipóteses: Ter uma morte assistida? Ou assistir um suicido trágico? Qual será menos doloroso para o doente e para a família? Será que os nossos deputados pensaram nisso? Especialmente aqueles que se absteram e que não usaram o grande poder de mudar a sociedade portuguesa. Por: Eunice Silva, a57967
publicado por - fcar - às 08:42 | comentar | favorito
29
Mai 18

Injustiça na Taça de Portugal

No dia 20 de maio de 2018 realizou-se a final da Taça de Portugal entre o Sporting Clube Portugal e o Desportivo das Aves, e como já tem sido hábito durante a semana anterior à realização do aguardado evento, os media concederam muito tempo de antena a este acontecimento. É de realçar a importância que os noticiários deram ao maior dos dois clubes, o Sporting Clube de Portugal, e todo o drama que envolvia a instituição, ao contrário de dar visibilidade semelhante ao clube que se provou e fez história ao qualificar-se, contra tudo e todos, para a final deste campeonato.

Os media têm tendência para dar uma maior importância aos clubes com maior poder, orçamento e seguidores, no entanto, nada desta situação é justa para o Desportivo das Aves, a direção, os jogadores, e especialmente o povo da vila das Aves, que não têm culpa nenhuma da situação negativa em que foram colocados, e que apesar do seu tamanho, demonstraram-se muito maiores do que muitos dos seus adversários considerados «grandes».

É uma pena que haja uma maior preocupação em repetir notícias, falar de dramas ou esmiuçar assuntos que já não têm cabimento, ao contrário de dar alguma notoriedade à instituição que dificilmente irá repetir o feito. Num mundo ideal, já seria altura de haver mais justiça e menos discrepância no tempo de antena e na escolha das notícias que passam para o público, e não cabe só aos jornalistas, mas também às agências que os contratam de lutarem por um meio mais justo e menos focado em influências.

Carlos Costa
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Pombo correio

O pombo viveu sempre perto do homem, no entanto, há pombos e pombos. Comummente denominados de “ratos com asas” pelos mais desinformados, nem todos os pombos são como os que vemos nas ruas das cidades, por exemplo, e o facto de serem pombos não implica obrigatoriamente que tenham doenças! Conhecido por transportar mensagens, o pombo correio teve um importante papel na História. O Homem soube aproveitar a capacidade que o pombo correio possui de voltar a casa, utilizando-o, durante muito tempo, como meio de comunicação, alcançando estas pequenas aves grandes feitos. Durante a Primeira Guerra Mundial, um pombo correio francês chamado Cher Amie, mesmo após ficar cego de um olho, perder uma pata e ficar com o peito aberto, devido aos disparos dos soldados alemães, salvou a vida de 194 soldados Aliados norte americanos, ao transportar uma mensagem com a localização onde os mesmos estavam cercados pelos inimigos, permitindo o envio de reforços para os auxiliarem. Esta magnifica ave que outrora cruzou os céus para ajudar o ser humano a comunicar transformou-se num atleta com asas. Numa era em que a tecnologia está em todo o lado e é tão rápido e fácil comunicar, o pombo correio deixou de ser mensageiro, mas não foi esquecido e tornou-se atleta, existe uma modalidade desportiva que consiste na criação e competição destas aves: a columbofilia. Com competições que podem chegar até 1200 quilómetros, os pombos correios são soltos em determinado lugar e voltarão para os seus pombais, sendo o primeiro a chegar o vencedor da corrida, assim, estes atletas são treinados e preparados diariamente, com a finalidade de conseguirem voltar a casa. João Palma, a57847
publicado por - fcar - às 17:35 | comentar | favorito
29
Mai 18

Erasmus e os seus apoios

Como participante neste programa, formulei uma opinião em relação aos apoios fornecidos aos alunos participantes. É evidente que a experiência proporcionada pelo programa Erasmus + é única e devia ser experimentada por todos os alunos pelo menos uma vez na vida. É muito enriquecedor a nível pessoal e também, por acréscimo, a nível profissional. É no entanto triste poder dizer que esta experiência não está disponível para todos, isto porque apesar das bolsas entregues a uma parte das candidaturas, os seus valores são ridículos em comparação com os gastos que o aluno tem durante a experiência. No meu caso específico a bolsa, que não passou de um incentivo, só deu para cobrir a casa onde morava, e o meu caso é um dos menos graves pois o meu Pais de acolhimento ( Eslováquia ) não tem um estilo de vida muito diferente de Portugal e com a ajuda financeira por parte dos meus pais consegui sustentar-me. Mas e no caso de quem não pode ter esta ajuda dos pais? É justo dizer que esta experiência, infelizmente, não é para quem quer mas sim para quem pode."

carolina justo
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24
Mai 18
24
Mai 18

LUÍS COSTA RIBAS – APRESENTAÇÃO, EM FARO, DE LIVRO SOBRE JORNALISMO E POLÍTICA INTERNACIONAL

Encontros com agentes da CIA; uma entrevista que “entalou” Bill Clinton, a propósito de Timor-Leste ; reportagens sobre fogo cruzado em Beirute… São 38 anos de história sobre um dos mais prestigiados correspondentes portugueses no estrangeiro. O livro de Luís Costa Ribas, correspondente da SIC nos Estados Unidos é uma narrativa divertida e cheia de pormenores sobre a experiência de um dos mais antigos repórteres nacionais na Casa Branca. A obra, lançada em Lisboa a 29 de Maio, vai ser apresentada em Faro, no museu municipal, dia 4 de Junho, às 17h30. Mesmo para quem não está a pensar seguir a vertente do jornalismo, o encontro promete ser muito interessante. O autor, além de ser um jornalista brilhante, é um extraordinário contador de histórias e um acutilante analista político. A sessão, além da apresentação do livro, é também uma oportunidade de ouvir explicar algumas nuances da atual política internacional. Costa Ribas será um dos jornalistas a cobrir a cimeira histórica EUA/Coreia do Norte ( caso esta venha realmente a acontecer…), tem acompanhado de perto as polémicas em torno de Donald Trump e da Rússia. Residente nos Estados Unidos há vários anos, o correspondente da SIC, tem uma perspetiva alargada da sociedade americana e do impacto de algumas políticas no contexto mundial. Não é preciso reservar lugar, não é preciso pagar, basta ter curiosidade sobre a sociedade atual para assistir à sessão. Para quem não sabe, o museu municipal fica na “Cidade Velha”, perto do largo onde decorreu a semana académica. Os candidatos a jornalistas têm a oportunidade de treinar perguntas com um excelente “ futuro colega” e ouvir estratégias e segredos de como lidar com entrevistados difíceis, assessores de imprensa irredutíveis , colegas altamente competitivos e assuntos de relevância global. Quem quer ir? Conceição Ribeiro
publicado por - fcar - às 16:23 | comentar | favorito